domingo, 19 de setembro de 2010

Em busca de novas possibilidades...

para minha formação como Pedagoga,  me interessei em assistir ao filme O Pequeno Nicolau, exibido na sala de Cinema da UFBA.
No filme, Nicolau leva uma vida tranquila, sendo amado por seus pais e com diversos amigos, com os quais se diverte um bocado. Um dia ele surpreende uma conversa entre os pais, a qual faz com que acredite que sua mãe está grávida. Ele logo entra em pânico, e em suas fantasias infantis acredita que assim que o bebê nascer ele não mais receberá atenção e será abandonado na floresta, assim como ocorre nas histórias do pequeno Polegar. O filme traz a nostalgia de um infância delicada e um tanto ingênua, mas muito divertida, com este Nicolau de imaginação fértil e amigos atrapalhados. E também o cenário de uma escola tradicionalista, onde o foco é a submissão à ordem e que classifica os alunos por estereótipos físicos e de personalidade, como o gorducho comilão, o queridinho da professora que usa óculos e é fracote, ou o menino que vive com a cabeça nas nuvens. 
Adorei o filme que me permitiu um olhar sobre a infância daquela época e também a visualizar o mundo sob a ótica das crianças, com suas dúvidas, fantasias e muita imaginação. Assista você também!No final uma grande surpresa aguardar o Nicolau. 

Veja o trailler


terça-feira, 14 de setembro de 2010

A práxis pedagógica presente e futura e os conceitos de verdade e realidade frente às crises do conhecimento científico no século XX - Autora: BONILLA

"O papel do pedagogo é educar e educar supõe transformar e não há transformação pacífica. Ela é sempre conflituosa. É sempre ruptura com alguma coisa, com preconceitos, com hábitos, com comportamentos etc"
Moacir Gadotti

Identifiquei no texto a mensagem de que diante do papel que teremos na sociedade devemos romper com padrões já estabelecidos, devemos experimentar, inovar, por em prática nossa ação transformadora, nossa práxis pedagógica.
O texto traz a gradação histórica dos períodos e das transformações referentes ao conhecimento. Fala do tempo e da complexidade no seu entendimento, nos situando diante do cenário estabelecido pelo transcorrer do tempo.
Este cenário diz que a escola atual trabalha reproduzindo e transmitindo o modelo hegemônico, fechada à exterioridade. Fala que há um choque cultural entre o mundo escolar e o seu ambiente externo(stakeholders), o que é comprovado pelos altos índices de reprovação e evasão escolar. Esses índices nos mostram que estes mundos não se comunicam ou não objetivam os mesmos resultados.
Uma nova configuração do mundo escolar se desenha, pena que não seja percebida a tempo pelos professores que insistem em ficarem presos aos modelos já institucionalizados. Desse modo a escola tenta eliminar a complexidade e também a historicidade, criando apenas o que a sociedade requer de seus"homens".
Com uma sequência de programas já determinados e que são ministrados com uma ordem pré-estabelecida, sem variações ou outras possibilidades, nada se transforma tudo permance como desejado pela hegemonia de nossa sociedade do conhecimento.
Enquanto isso a comunidade escolar fica alienada, por um modelo social que não consegue abranger toda a complexidade do mundo real(atual). Agindo e pensando com base no pensamento alheio. Pois não dão atenção aos seus anseios, desejos, inquietações. Reproduzem o que lhe são ofertado apenas.
E se trantando de práxis pedagógica o texto nos diz que é preciso uma transformação na sala de aula. Para fazer com que a escola incorpore as vivências e a possibilidade de construir novos saberes dentro e em torno de seu ambiente escolar.

O meu maior desejo é nunca parar de querer!!!

 Já falei aqui no blog de sua finalidade, expliquei o seu nome, falei das minhas escolhas, o que já vivencie no universo da FACED etc.
Mas isso não é tudo.
Quero falar pra quê vim, o que realmente quero realizar e ir relatando todas as possibilidades de construção que vou me deparar.






"Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!"

Mercado de São José - 135 anos Oh!Saudade, saudade tão grande...

O mercado mais famoso da cidado do Recife, que já foi verso na voz de diversos artistas locais, comemorou 135 anos ontem. 
 O Mercado de São José foi fundado no dia 7 de setembro de 1875, no antigo Largo da Ribeira do Peixe. Inspirado no Mercado de Grenelle, passou por modificações executadas por Louis Vauthier, arquiteto francês trazido pelo Conde da Boa Vista, também responsável pela construção do Teatro de Santa Isabel. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o mercado é um raro exemplar da arquitetura típica do ferro no século 19. Formado por dois pavilhões, atualmente funcionam 545 boxes. Segundo pesquisa do Sebrae-PE, 9.744 pessoas circulam pelo local diariamente. Quem nunca foi, precisa ir. E quem tem deste mercado lembranças de sua infância e de muitasoutras vivências é impossível não querer adentrar por suas portas com lindos vitrais e sentir o calor dos vendedores, o cheiro de peixe e  vivenciar todo o seu colorido e seus sons mágicos.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Não vai perder, hein!!!!



Vem aí o 8º Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI)

O FICI chega à oitava edição com 246 filmes exibidos levando mais de 700 mil crianças às salas de cinema, com grande percentual de participação de alunos de escolas públicas e projetos sociais na programação especial A TELA NA SALA DE AULA.

Nesse ano, o Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) levará mais de 90 filmes para as salas de cinema da Rede Cinemark em 9 cidades brasileiras, reunindo inéditos e clássicos, curtas-metragens brasileiros e internacionais, séries de TV e mostras especiais além de oficinas de cinema de animação e debates. Em Salvador a exibição será de 22 a 31 de outubro.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Rádio FACED

Bom dia!!!
Está conectada na web?
Aproveite e acompanhe a programação da rádio FACED.


https://blog.ufba.br/radiofaced/