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terça-feira, 9 de abril de 2013

Continuamos explorando os Brasis

E em fevereiro de 2010 fomos para a Chapada Diamantina. Neste mês completamos 10 anos caminhando juntos e fazer esta viagem foi maravilhoso!! A Chapada Diamantina fica a 400 quilômetros de Salvador e reúne cânions, quedas d'agua, rios, cavernas e mistura mata atlântica, cerrado e caatinga em um só cenário.

Lençóis, a principal orta de entrada para a Chapada


 Orquídeas


Suas construções, igrejas e ruas estreitas datam de 1920


 Estalactites na Gruta da fumaça

Estalactite e estalagmite






 Morro do Pai Inácio

domingo, 7 de abril de 2013

REPERCUSSÃO DO JI DE JOÃO

E esta situação pelo qual nosso filhote passou rendeu muito pano pra manga. Ao compartilhar com nossos familiares o sentimento de revolta foi geral, a negação ao nosso sotaque ao que usualmente utilizamos gerou desconforto e também aprendizado. Na Faculdade de Educação(FACED-UFBA) este assunto foi exposto nas diversas aulas e bastante debatido. E ainda no ano de 2010 tive contato com a disciplina Linguagem e Educação e tive a oportunidade de conhecer mais sobre a variação linguística.

O que é variação linguística?
Entende-se por variação linguística os vários falares entre falantes de uma língua. Em se tratando da língua portuguesa, pode-se citar como uma das principais variações a diferença entre os falares do Brasil e de Portugal. 
No Brasil temos muitos falares. Essa variação é justificada não apenas pelo fato histórico, que, necessariamente, leva a profundas transformações qualquer língua, como também pelas diferenças regionais, sociais, grau de escolaridade, sexo e principalmente pelas categorias profissionais. 
Dentro de uma mesma região, as pessoas formam pequenas comunidades que acabam criando, por repetição de hábitos e tendências, suas características, até não entendível por outras comunidades: presidiários, internautas, trabalhadores rurais, os urbanos, os políticos, etc. O que é muito importante compreender é que essas variações não devem ser vistas como 'erro' e sim – variações. 
A Sociolinguística é a ciência que procura estabelecer as fronteiras entre os diferentes falares de uma língua.

E foi justamente por não conhecer sobre a variação linguística que a professora do meu filhote chegou a me dizer que falávamos errado. Depois de ensinarmos a João o método fônico e ele ter voltado a participar das aulas a professora veio me falar que João estava ótimo e que tinha aprendido bem direitinho. Disse ainda que tinha aprendido na faculdade que não falávamos errado e sim diferente por sermos de outro estado. O ano de 2011 terminou com uma certeza João não continuaria naquela escola.

"JOTA" ou "JI" de João

Ainda em 2010 meu filhote João cursando o Grupo 5 da Educação Infantil foi acometido por uma não vontade de ir à escola, chorando sempre que o acordava  convidado-o para nos arrumarmos e ir até a escola. Preocupada com tal comportamento fui até a escola saber o que estava acontecendo. Nosso diálogo se deu desta forma:
Marcília: - Oi Fabiana!Bom dia!Olha Fabiana João tem chorado pra vir pra escola e insiste em dizer que não quer ir e quer ficar comigo, tá acontecendo alguma coisa, você tem percebido alguma mudança no comportamento de João?
Professora Fabiana: - Olhe Marcília aqui na sala na hora da rodinha João não tem participado e quando participa não reconhece nem a letra de seu nome.
Marcília: - Como é que é?!João não conhece o Jota?!Como assim?!
Fabiana:- Ele fala que a letra do nome dele é essa "jota", mas tá errado o nome da letra é "Ji". É que você fica falando errado e daí ele tá aprendendo errado.
Marcília: - ERRADO!!!Olha Fabiana se nós pais de João não tivessêmos conhecimento suficiente até permitiria você falar isto, mas temos conhecimento o bastante e NÃO FALAMOS ERRADO, SIMPLESMENTE TEMOS SOTAQUE PERTINENTE AO FATO DE SERMOS PERNAMBUCANOS. Pois para mim o jota só era ji na letra da música O ABC DO SERTÃO DE LUIZ GONZAGA. - Fui embora revoltada, meu filho vinha sendo exposto diante dos coleguinhas e sua auto-estima vinha sendo minada  devido a ignorância da professora em entender que não existe um único falar e sim diversos. Ao chegar em casa peguei o dicionário Aurélio, peguei também o notebook de brinquedo de João e em todas estas fontes o JOTA era JOTA. No dia seguinte nos dirigimos até a escola para apresentar nossos argumentos e acabar com este bombardeio contra nosso menino, nossa cultura e sobre nós mesmos. Chegando a escola fomos dirigidas a sala da coordenadora que nos disse que o jeito "com ji" era João aprender a forma que eles trabalhavam e passar a falar correto. Ainda assim apresentamos nosso material e argumentos e diante de nossa indignação fomos obrigados a ensinar a João o "ABC DO SERTÃO". Pois esta é a metodologia adota na Educação Infantil em Salvador. Como estratégia para também aprendermos o novo alfabeto fui colocando post-it pela casa e logo fomos aprendendo esta particularidade soteropolitana e dando muitas risadas!!!! Vejam vocês como é o alfabeto na Bahia.

terça-feira, 1 de março de 2011

E por que falar do PARFOR?

Porque é também o PARFOR um outro horizonte pra mim.
Faço parte deste projeto como monitora do curso de Pedagogia e convivo com pessoas maravilhosas, numa turma de 41 professores em formação universitária.
Um turma única e plural, que traz muitas riquezas para minha formação como futura pedagoga. Com discussões riquíssimas compartilho o mérito de minha caminhada acadêmica a estes professores que a mim dispensam carinho e versam sobre sua prática pedagógiaca com tanta maestria e muito mais simplicidade.
O ensinar-aprender que a mim foi colocado me faz acreditar que "quando eu crescer quero ser como eles", e me transportar a um mundo de muitas possibilidades, a entender que todos os saberes neste programa devem ser valorizados e que a Educação em nosso país ainda tem esperança, falta apenas o compromisso de toda a socidade.

Nóvoa (2009, p. 27) afirma:

Ser professor é compreender os sentidos da instituição escolar, integrar-se numa profissão, aprender com os colegas mais experientes. É na escola e no diálogo com os outros professores que se aprende a profissão. O registro das práticas, a reflexão sobre o trabalho e o exercício da avaliação são elementos centrais para o aperfeiçoamento e a inovação. São estas rotinas que fazem avançar a profissão.


Que eu esteja no caminho certo e cercada por heróis de uma história real e de muita glória e agora com a possibilidade de mais uma vitória!!!

PARFOR


O Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica (Plataforma Freire) é resultado da ação conjunta do Ministério da Educação (MEC), de Instituições Públicas de Educação Superior (IPES) e das Secretarias de Educação dos Estados e Municípios, no âmbito do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação (PDE) que estabeleceu no país um novo regime de colaboração da União com os estados e municípios, respeitando a autonomia dos entes federados.
Prevê-se no PARFOR uma oferta superior a 400 mil vagas novas, envolvendo cerca de 150 instituições de educação superior - federais, estaduais, comunitárias e confessionais, nos 25 estados que aderiram à formação inicial, tendo os cursos iniciado no 2º. Semestre de 2009 e as demais entradas previstas em 2010 e 2011.O PARFORtrata-se de uma experiência inédita na história do país para melhoria da educação básica pública.
Por meio desta iniciativa, o docente sem formação adequada poderá se graduar nos cursos de 1ª Licenciatura, com carga horária de 2.800 horas mais 400 horas de estágio para professores sem graduação, de 2ª Licenciatura, com carga horária de 800 a 1.200 horas para professores que atuam fora da área de formação, e de Formação Pedagógica, para bacharéis sem licenciatura. Todas as licenciaturas das áreas de conhecimento da educação básica serão ministradas no plano, com cursos gratuitos para professores em exercício das escolas públicas, nas modalidades presencial e a distância.
Dados do INEP sobre formação inicial de professores da educação básica no Brasil e na Bahia revelam que ainda existiam em 2006 58.458 professores, sem formação superior, atuando nas séries iniciais do ensino fundamental.  Situação ainda mais grave é a persistência de milhares de professores na mesma condição, atuando nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio, mesmo após os 12 anos de implementação da LDB.
É neste contexto, que a a UFBA se integrou no programa de formação superior de professores e oferece os cursos de graduação – 1º Licenciatura – nas áreas de  Biologia,  Física, Geografia, História, Letras, Matemática, Pedagogia, Química. Os cursos serão oferecidos nos  campi da UFBA, terão a duração de três anos, na modalidade modular, com aulas intensivas durante uma semana por mês.

Para mais informações acesse: http://www.capes.gov.br/educacao-basica/parfor

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

E quando falo em saberes...

... Estou falando dos tipos de conhecimento:

O conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:


Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).
Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente.
Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.
Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.
Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de idéias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.
Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade.
Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

E falando em Cultura

Você sabe o que é a CIBERCULTUIRA?

A Cibercultura é a cultura contemporânea fortemente marcada pelas tecnologias digitais.
A partir do final da década de 70, o significado social da informática foi completamente transformado. Na década de 80, os atores destas transformações passaram a explorar e construíram um espaço de encontros, de compartilhamento e de invenção coletiva; denominado de Ciberespaço
O Ciberespaço visa por meio de qualquer tipo de ligações físicas, um tipo particular de relação entre as pessoas. É constituído pela Internet; redes sociais; mídias em geral, não excluindo as mídias clássicas(jornal, revistas, televisão, rádio etc.).
Mas é a internet seu símbolo principal. Tem como princípios:
  • a INTERCONEXÃO, que visa a comunicação universal;
  • a CRIAÇÃO DE COMUNIDADES VIRTUAIS, que realizam uma atualização(no sentido da criação de um contato coletivo), priorizando a relação humana desterritorizada, transversal e livre;
  • a INTELIGÊNCIA COLETIVA, finalidade da Cibercultura. Segundo Pierre Lévy: "Todos reconhecem que o melhor uso que podemos fazer do ciberespaço é colocar em sinergia os saberes, a criatividade daqueles que estão conectados a ele. 

Assim, o movimento social e cultural que é o Ciberespaço, cada vez mais potente e mais vigoroso, não converge sobre um conteúdo particular, mas sobre uma forma de comunicação não midiática, interativa, comunitária, rizomática.(LÉVY, 1999).
Movido pela autonomia e pela abertura para a alteridade, nos leva a estabelecer novas relações humanas e a refletir sobre a nossa relação com o conhecimento.
O que é preciso aprender não pode mais ser planejado, nem precisamente definido com antecedência. Devemos construir novos modelos do espaço dos conhecimentos. Para o entendimento destas novas relações, faz-se necessárias reformas nos sistemas de Educação e formação.
O essencial se encontra em um novo estilo de Pedagogia, que favorece ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e a parendizagem coletiva em rede. Neste novo paradigma, o professor é incentivado a tornar-se um animador da inteligência coletiva de seus alunos em vez de ser um fornecedor de conteúdos.
E neste novo cenário deve ser priorizado o reconhecimento das experiências já adquiridas pelos alunos. A escola passa a ter como missão a orientação dos percursos individuais do saber e decontribuir para o reconhecimento dos conjuntos de saberes pertencentes às pessoas, incluindo também os saberes não acadêmicos.

REFERÊNCIA: 

LÉVY, Pierre. Cibercultura. Irineu Costa - São Paulo: Ed. 34, 1999.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

DIA 05 de novembro - Dia da Cultura

E por se tratar de Cultura, logo me vem à mente imagens de símbolos que representam o meu estado: PERNAMBUCO.
Sabemos que o Brasil é um país muito rico culturalmente e que a maneira como se deu a formação do nosso povo proporcionou esta mistura. Dos negros, herdamos o candomblé, a capoeira, parte do nosso vocabulário e muitas comidas. Dos índios, herdamos o artesanato, a pintura, comidas exóticas como o peixe na folha da bananeira e a rede. Do português, ficamos com o costume católico, a língua, as roupas.
Essa mistura toda não se deu de maneira pacífica, mas sim por meio da dominação cultural e da escravização de índios e negros. No entanto, características culturais de ambas etnias sobreviveram ao tempo e hoje compõe uma enorme riqueza cultural. E é cada vez mais perceptível a movimentação social para valorizar esta riqueza.
PRECONCEITO que nada, devemos ter é ORGULHO de sermos um povo culturalmente riquissimo!! E ter esta data para comemorarmos a cultura é um marco para refletirmos de que valor nos temos, só basta nos darmos conta de tudo isso que é nosso.

Afinal de contas Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar).  São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social; É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.

E falando em identidade cultural, priorizo aqui o meu Estado: PERNAMBUCO, berço de uma cultura efervescente!!!

E porque falar de CRC, METARECICLAGEM e USINA DIGITAL????

Porque foi pesquisando sobre o CRC-Centro de Recondicionamento de Computadores, que aprendemos o que é na prática METARECICLAGEM e assim conhecemos o Projeto Usina Digital, que proporciona a 60 jovens uma profissionalização na área de Informática e a sonhar os seus sonhos, antes ditos impossíveis!!!
E fazendo tudo o que falei acima, é que chegamos ao produto final: o programa de rádio FUZUÊ DIGITAL.

Que você terá oportunidade de escutar agora nossa transmissão e aprender sobre a metareciclegem e quem sabe, a partir de agora entrar para esta rede de colaboração?!


CRC E O PROJETO USINA DIGITAL

Bem vindo ao Projeto CRC BAHIA / USINA DIGITAL


O projeto Centro de Recondicionamento de Computadores da Bahia - USINA DIGITAL é parte de um Programa de maior abrangência "Computadores para Inclusão", marca do Governo Federal que visa romper barreiras sociais ao colocar a tecnologia a serviço de comunidades de baixa renda.
O Programa "Computadores para Inclusão", é coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - SLTI/MP e tem como principal objetivo a viabilização de equipamentos de informática em plenas condições operacionais, para os telecentros comunitários, bibliotecas e para informatização de escolas públicas.

LINK: SECTI - Secretaria de Ciência e Tecnologia

terça-feira, 2 de novembro de 2010

E METARECICLAGEM????

A MetaReciclagem é uma rede organizada, a partir de filosofia com mesmo nome, que atua no desenvolvimento de ações de apropriação e desconstrução de tecnologia de maneira descentralizada e aberta, propondo uma transformação social.

Para você entender melhor:

- Você sabe qual é o sentido da vida para um PENTIUM233?Para onde vão os vídeos cassetes que não funcionam mais? Como evitar a proliferação de mouses estragados dentro de armários?Existe vida para os aparelhos eletrônicos após a superação tecnológica?

A metareciclagem tem uma resposta para todas estas dúvidas!!!SIM!!!

A metareciclagem parte do princípio de DOAR, COMPARTILHAR, CONSERTAR E COLOCAR PARA FUNCIONAR equipamentos que poderiam ser classificados como  sem condições de uso, quebrados, desnecessários. Estes aquipamentos depois de recondicionados são distribuídos para o uso social e coletivo.

E estudando sobre este assunto é que ficamos sabendo que aqui na Bahia existe o 1º Centro de Recondicionamento de Computadores - CRC, da Região Nordeste.
O CRC consiste numa rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. Equipamentos descartados por órgãos do governo, empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a telecentros, escolas e bibliotecas de todo o país.

É um grande benefício para a população, pois aqueles computadores que por algum motivo não nos serve mais e não sabemos o que fazer e terminamos amontoando-os  no "quarto da bagunça", podem ser entregues neste Centro localizado em Lauro de Freitas e assim contribuir socialmente e ambientalmente com nossa sociedade.
 
O que você tá esperando, venha participar desta rede e proporcionar acesso ao ciberespaço com equipamentos que para nós só tinha um destino: o LIXO!
Pense nisso! E faça você mesmo algo pelo nosso planeta!!!



Software livre, você sabe do que se trata?

Software é a parte lógica do computador, ou seja um programa que realiza funções dentro do sistema operacional de um computador.
Software livre é um programa de computador que pode ser utilizado, copiado, analisado, modificado sem restrições por parte de quem o criou.
Ele se baseia em 4 tipos de liberdade, definidas pela FREE SOFTWARE FOUNDATION:

  • A liberdade para executar o programa, para qualquer objetivo;
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades; o que pode ser conseguido tendo acesso ao código-fonte do programa;
  • A liberdade de compartilhar com o próximo do programa;
  • A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie, prevalencendo assim as construções coletivas. 
Assim ele passa a ser também uma ferramenta para a inclusão digital ou melhor social, pois trazendo em seus princípios a ideia de compartilhar; possibilita a milhares de pessoas  a apropiação de conceitos tão presentes na sociedade atual.

E falando em transdisciplinaridade...

... sabe que nesta última semana na Faced me deparei com ela, nas construções que venho fazendo referentes as atividades deste semestre.

Para quem não sabe:

Transdiciplinaridade, segundo o professor de Didática, é uma forma de pensar e compreender a nossa realidade, que elimina as barreiras de cada conhecimento. É uma forma de pensar e comprrender a realidade de maneira ampla e integral; todos os saberes são postos a dialogar, inclusive os saberes tradicionais, populares, étnicos e espirituais.

E assim, ao participar do IV Colóquio Saberes e Práticas, a vivenciei completamente; pois diante de saberes diversos fui aguçando em mim as co-relações possíveis de fazer com o que já conhecia. Adorei!!
Mas também estudando e ordenando todos os trabalhos que tenho pra entregar,  identifiquei a transdiciplinalidade e fiquei tão feliz: por transfigurar para minha prática de estudos conceitos que venho aprendendo neste semestre. Estando sentada, ouvindo PG no L.E.G falar da Teoria da Vara, de Dermeval Saviani; estando no Colóquio e falando do PPP que estou analisando; estudando Piaget e vendo em suas teses conceitos filosófico de São Tomás de Aquino, até fazendo o Programa de Rádio para a disciplina tecnologias contemporâneas etc; puxa vida!!Pude perceber  que a transdiciplinaridade não deve ser de mediaçõ do professor, nós como professores em formação é que devemos buscá-la seja analisando textos ou interligando conceitos. Pois ela fará diferença em nossa prática futura.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

IV COLÓQUIO INTERNACIONAL SABERES E PRÁTICAS

"Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer..."
Maravilhosoooooo!!! Este adjetivo sintetiza o que em mim provocou este evento, mais do que aprender sobre saberes e práticas, apreendi das pessoas que participaram deste evento lições que tentarei empregar em minha caminhada. O universo apresentado neste Colóquio me possibilitou ricas vivências e me conectou com saberes únicos. Pena que mesmo falando de transdiciplinalidade em nossas vivências na FACED, poucas pessoas se interessaram em participar. Não poderemos colocar em prática, algo que em nós mesmo é sempre negado!!!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Em contagem regressiva...

Tempo, tempo, tempo mano velho
Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final... oh-oh... oh-oh ah...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ESTE LIXO IMPLICA EM QUÊ?

Uma imagem, normal, óbvia em dias de eleição, um detalhe desimportante que passa despercebido no meio das emoções eleitorais. Mas, quando pensamos nela com atenção, é difícil não ficarmos chocados.


 Nossos políticos – supostamente as pessoas que zelam pelo patrimônio público – estão sistematicamente colaborando para as enchentes das grandes cidades, que trazem prejuízos bilionários para o mesmo estado que eles querem administrar. Que loucura?!
É. Mas de quem é a culpa?
Dos políticos?
Sem dúvida: tudo culpa daqueles picaretas hipócritas corruptos bandidos usurpadores do patrimônio público. Eles são más pessoas, e por isso o sistema eleitoral é tão ruim. Apontar o dedo para os culpados dá uma sensação boa, um alívio. Mas é imensamente simplista.
Pergunto a você: o seu candidato espalhou papeizinhos com o nome dele pelo chão?
Acredito que sim. Temos um sistema eleitoral que recompensa visibilidade. Nesse sistema, espalhar uma montanha de papeizinhos pelas ruas é incentivado: quanto mais papeizinhos você jogar no chão, mais gente vai ter a chance de ver o seu número e mais gente vai votar em você.
Políticos que não imprimem papeizinhos tendem a não ser notados e não se elegem. Temos portanto um sistema que premia quem colabora com as enchentes e pune quem pensa na cidade.
E você o que acha disso? Você acredita que podemos fazer algo?
Que tal começarmos hoje (antes do período das chuvas chuva)?!!

Fonte: Blog Denis Russo Burgierman - Sustentável é pouco

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Quantas línguas o Brasil tem???

Fora o português – o único idioma oficial – há aproximadamente 180 outras línguas no Brasil. E olha que esse número não considera as comunidades de imigrantes nem as pessoas que aprendem uma língua estrangeira. São só os idiomas indígenas, falados por cerca de 160 000 pessoas.
Mas, você sabia que tem uma outra língua falada no Brasil que não é entendida como língua???
Pois é, participando esta semana do II SIEPE - SEMINÁRIO INTEGRADO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO FACED/UFBA; assistir a um trabalho de uma Professora, do ensino superior, surda. E em seu trabalho ela defendia a possibilidade de professores surdos assumirem a sala de aula de instituições supeiores de ensino. E ela compartilhou com o público, que é errado denominá-los de surdo e mudo; pois eles se comunicam atráves da LIBRAS - Língua Brasileira de sinais.

As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Ao contrário do que muitos imaginam, as Línguas de Sinais não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.
Atribui-se às Línguas de Sinais o status de língua porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.
O que é denominado de palavra ou item lexical nas línguas oral-auditivas são denominados sinais nas línguas de sinais.
O que diferencia as Línguas de Sinais das demais línguas é a sua modalidade visual-espacial.
Assim, uma pessoa que entra em contato com uma Língua de Sinais irá aprender uma outra língua, como o Francês, Inglês etc.
Entre os dias 02 e 10 de outubro de 2010, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias estarão no espaço CAIXA Cultural Salvador apresentando espetáculos para crianças e adultos, além de oficinas de formação de contadores de histórias.
Ingressos trocados por 1Kg de alimento não perecível a partir das 14h do dia do espetáculo. 

Confiram a programação:

PASSARINHO À TOA (Infanto-Juvenil)
Poesia de Manoel de Barros.
    Dias 02 e 03 Out (sab e dom, 17h) para o público espontâneo
    Dias 05, 06 e 07 Out (ter a qui) para escolas e grupos agendados.


NÃO VAI PERDER, HEIN!!!